quarta-feira, 31 de maio de 2017
CONGRESSO DE ADOLESCENTES - VILA VELHA/ES
Nos dias 20 e 21 do mês corrente, ocorreu o Congresso de Adolescentes e Conjunto de Louvor e Adoração, na na Assembleia de Deus em Cobilândia - Vila Velha/ES
.
Tema: Vós sois o corpo de Cristo e seus membros em particular (1 Co 12:27)
terça-feira, 16 de maio de 2017
CONCURSO BÍBLICO - CRENTE BOM DE BÍBLIA
Em uma
campanha intitulada “2017 – Ano da Palavra”, a Casa Publicadora das Assembleias
de Deus (CPAD) promove em todo território brasileiro, para adolescentes (de 13
a 17 anos), jovens (de 18 a 25 anos) e adultos (acima de 26 anos), o 1º
Concurso Bíblico Nacional, denominado “Crente Bom de Bíblia”.
As inscrições, que são gratuitas,podem ser realizadas até o dia 10 de
julho através do site do concurso (www.crentebomdebiblia.com.br).
A primeira fase do “Crente Bom de Bíblia”
acontecerá pela internet no site do concurso, durante os meses de julho, agosto
e setembro. A grande final, está programada para acontecer entre os dias 2 e 4
de novembro, no Rio de Janeiro. Uma novidade no regulamento é que a final com
os adolescentes também será presencial.
A Comissão Julgadora será composta pelo pastor
Wagner Gaby (PR), pastor José Gonçalves (PI), pastor Douglas Baptista (DF),
pastor Esequias Soares (SP) e a professora Sara Cavalcanti (RJ).
Em sua dinâmica, o concurso terá o seguinte andamento:
Os participantes deverão responder perguntas
bíblicas aleatórias ao longo dos três meses; as perguntas valerão pontos para a
classificação dos participantes; a classificação será dividida por cada uma das
cinco regiões do país mediante a ordem da maior para a menor pontuação; durante
os meses de participação, os inscritos poderão acompanhar no site a tabela de
classificação regional constando nome, pontuação, Estado e região dos
participantes.
A primeira fase será realizada pela internet no
site do concurso, onde os três inscritos da região que alcançar, por categoria,
o maior número de pontos às 23 horas e 59 minutos do dia 30 de setembro de
2017, será o classificado para participar da segunda fase. Os 15 inscritos
classificados em cada uma das categorias participarão da segunda fase do
concurso concorrendo entre eles numa Gincana Bíblica com regras informadas em
regulamento que os participantes receberão com antecedência, e terão passagens
e hospedagem custeadas pela CPAD para participarem da fase final.
Em caso de desistência de classificados, será
substituído pelo inscrito que alcançou a pontuação imediatamente abaixo do
próximo colocado na tabela de classificação da região.
Premiação:
Categoria Adolescentes (13 a 17 anos):
Primeiro
lugar: Uma bolsa de estudo em curso de idiomas, de sua preferência, durante
dois anos.
Segundo lugar: Um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data da Grande Final.
Terceiro lugar: Um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data da Grande Final.
Segundo lugar: Um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data da Grande Final.
Terceiro lugar: Um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data da Grande Final.
Categoria Jovens (18 a 25 anos):
Primeiro
lugar: Uma viagem a Israel.
Segundo lugar: Um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data da Grande Final.
Terceiro lugar: Um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data do Grande Final.
Segundo lugar: Um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data da Grande Final.
Terceiro lugar: Um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data do Grande Final.
Categoria Adultos (acima de 26 anos):
Primeiro
lugar: Uma viagem a Israel.
Segundo lugar: Um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data da Grande Final.
Terceiro lugar: Um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data do Grande Final.
Segundo lugar: Um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data da Grande Final.
Terceiro lugar: Um kit com todas as Bíblias de Estudo da CPAD, em circulação até a data do Grande Final.
A viagem a que fará jus aos primeiros lugares nas
categorias Jovens e Adultos, deverá ser realizada dentro do prazo de 180 dias a
contar do dia 4 de novembro de 2017, devendo as despesas de passaporte, vistos
e outras taxas serem custeadas pelo ganhador do prêmio, cabendo apenas à CPAD
as despesas de passagem de ida e volta ao Brasil, translados e hospedagem em
Israel.
Atenção para o Calendário do Concurso:
03 de abril a 10 de julho: Inscrições
01 de junho a 10 de julho: Simulado
11 de julho a 08 de setembro:
1ª Fase - Perguntas Bíblicas Online
- 11 de julho a 30 de julho (Nível Fácil)
- 31 de julho a 19 de agosto (Nível Médio)
- 20 de agosto a 08 de setembro (Nível Avançado)
- 11 de julho a 30 de julho (Nível Fácil)
- 31 de julho a 19 de agosto (Nível Médio)
- 20 de agosto a 08 de setembro (Nível Avançado)
02 de novembro: Grande Final Adolescente
03 de novembro: Grande Final Jovem
04 de novembro: Grande Final Adulto
Fonte: http://www.cpadnews.com.br/assembleia-de-deus/38882/concurso-crente-bom-de-biblia-esta-com-mais-de-dois-mil-inscritos.html
DECLARAÇÃO DE FÉ DAS ASSEMBLEIAS DE DEUS DO BRASIL
Pr. Douglas Baptista na leitura da Declaração de Fé no plenário da 43ª AGO
Ao fundo Mesa Diretora da CGADB (2013-2017), presidida pelo Pr. José Wellington Bezerra da Costa
Diretoria do CEC-CGADB (2013-2017)
Da esquerda à direita: Pastores Emmanuel Silva, Levi Libarino, Altair Germano,
Douglas Baptista (Presidente CEC-CGADB), Eliezer Morais e Jesiel Padilha
Comissão para elaboração da Declaração de Fé das Assembleias de Deus do Brasil
Da esquerda à direita: Pastores Claudionor de Andrade, Douglas Baptista, Esequias Soares, Paulo Freire e Jesiel Padilha
Comissão reunida para deliberar as proposições da 43ª AGO com os demais pastores
Da esquerda à direita: Pastores Neemias, Jesiel Padilha, Eliezer Morais, Emmanuel Silva, Douglas Baptista e Esequias Soares
Plenário da 43ª AGO - Assembleia de Deus Belenzinho/SP
No
segundo dia da 43ª AGO os pastores presentes na nova sede da Assembleia de Deus
Ministério Belém, em São Paulo, votaram a Declaração de Fé” das Assembleias de
Deus.
Durante a sessão da manhã,
uma comissão com 18 integrantes foi formada e no período da tarde os debates
aconteceram com proposições de acréscimos e alterações acerca do “Cremos” da
denominação.
Dividido em 24 capítulos,
o material apresentado tem mais de 100 páginas que versam sobre temas como as
Sagradas Escrituras, Deus, Trindade, Identidade de Jesus Cristo, Obras de
Cristo, Espírito Santo, Pecado e suas consequências, entre outros assuntos.
Pastor
Douglas Baptista, relator da Declaração de Fé, discorreu acerca do
"Cremos" da denominação. E propôs sua aprovação ao plenário. Poucas
alterações foram aprovadas e então a Declaração de Fé foi aprovada integral e
unanimemente.
Segundo
o pastor Douglas Baptista, os trabalhos em torno da Declaração de Fé
estenderam-se por todo o ano de 2016. Foram examinados os credos ecumênicos e
as principais confissões de fé históricas, tudo como objetivo de contribuir na
unidade doutrinária e teológica das ADs do Brasil, além de proteger a
denominação contra heresias e erros doutrinários da atualidade e futuros. A
Comissão Especial incluiu no Cremos um item acerca do casamento, cuja
composição deve ser monogâmica e heterossexual. “Antes da Declaração de Fé, as
Assembleias de Deus apresentavam apenas o Cremos, que é publicado a cada edição
do Mensageiro da Paz desde junho de 1969. O Cremos era o único documento
oficial doutrinário, mas a partir de agora, o texto passa a ser um extrato da Declaração
de Fé, que são as interpretações autorizadas das Escrituras e os ensinos
oficiais das ADs do Brasil. A declaração contém 25 capítulos que sistematizam a
doutrina pentecostal assembleiana”, explica o pastor Douglas Baptista.
quarta-feira, 26 de abril de 2017
O MARAVILHOSO PODER DA PREGAÇÃO: VIDAS SÃO IMPACTADAS
“E, quando comecei a falar,
caiu sobre eles o Espírito Santo” (Atos
11.15a)
O versículo citado
acima é parte do discurso de defesa de Pedro diante da liderança da igreja
primitiva em Jerusalém. A defesa era em relação aos fatos acontecidos e
narrados no capítulo de número dez do livro de Atos.
Neste período, o
cristianismo estava dando seus primeiros passos. Os primeiros cristãos eram
essencialmente judeus e a cultura judaica ainda estava fortemente arraigada nos
costumes e nas ações da igreja incipiente.
Qualquer contato com
gentios tornava o judeu cerimonialmente impuro, e, por causa desta
interpretação, a igreja primitiva não se misturava com os gentios e nem
tampouco lhes anunciava o evangelho.
Para que a igreja
abandonasse estes costumes e ações judaicas, Deus vai intervir de forma
sobrenatural na administração eclesiástica e no trabalho de evangelização.
Para esta atividade
de mudança radical na visão da igreja, Deus escolhe a Pedro. E para ser a
primeira família beneficiada com a boa nova ao alcance de todos, Deus escolhe
um centurião da coorte italiana de nome Cornélio.
Tudo começou quando
Cornélio teve uma visão angelical por volta das três horas da tarde (At 10.3).
Nesta visão Deus lhe dá revelações claras e precisas: 1) Deus diz o nome da
cidade para onde Cornélio devia enviar mensageiros; 2) Deus diz o nome da
pessoa a ser procurada; 3) Deus diz o nome do dono da casa onde está a pessoa
que deve ser procurada; 4) Deus diz a profissão do dono da casa; e 5) Deus diz
o ponto de referência para a localização da casa. Vejamos o texto: “Envia
homens a Jope e manda chamar a Simão, que tem por sobrenome Pedro; este se acha
hospedado com um certo Simão, curtidor, cuja casa fica à beira-mar. Ele te dirá
o que deves fazer.”(At 10.5-6).
Como a ação é
do Espírito Santo, então não pode haver nenhum tipo de dúvida ou de confusão (1
Co 14.33). Assim, para confirmar a visão de Cornélio, Deus concede uma visão
para Pedro que é concluída com a seguinte frase: “Eis que dois homens te
procuram. Levanta-te, pois, desce e vai com eles, nada duvidando; porque eu tos
enviei”(At 10.19-20).
Pedro ao obedecer à revelação divina é impactado com a universalidade do
amor de Deus, a universalidade da salvação e a universalidade do batismo com
Espírito Santo, como diria Paulo mais tarde: “pois para com Deus não há acepção
de pessoas” (Rm 2.11).
No entanto, a
atitude de Pedro sofreu duras críticas por parte da igreja-mãe em Jerusalém.
Pedro tinha violado a lei e os costumes judaicos. Pedro visitou a casa de
gentios e fez ainda pior, admitiu estes gentios como membros da igreja e isto
até sem mesmo tê-los transformados em prosélitos por meio da exigência da
circuncisão. Pedro simplesmente passou por cima de toda a cultura religiosa dos
judeus e recebeu os gentios como irmãos pelo maravilhoso fato de que Deus os
tinha batizado com o Espírito Santo. Por isso Pedro também mandou batizá-los
nas águas (At 10.47.48).
Diante destes fatos, Pedro começa a enumerar os motivos de sua atitude para
uma assembleia ansiosa por receber explicações. Estes motivos segundo Pedro
enumera são respectivamente a visão celestial e as características que
culminaram no derramamento do Espírito Santo em casa de Cornélio. Pedro alega
que a pregação do evangelho fez cair sobre os gentios o mesmo dom que Deus
havia dado aos discípulos no dia de Pentecostes.
Após ter contado os
pormenores de sua visão celestial que vai desde o versículo 4 até o versículo
14 do capítulo onze em questão, Pedro resume o momento da descida com o
Espírito Santo com uma única frase no versículo 15: “E, quando comecei a falar,
caiu sobre eles o Espírito Santo”.
O problema deste
resumo é que passa a falsa idéia de que Pedro mal teria iniciado a pregação e
imediatamente o Pentecostes acontecera na vida dos ouvintes. No entanto no
capítulo dez onde os fatos estão narrados detalhadamente percebemos que Pedro
já tinha pregado uma boa parte de seu sermão que ficou registrado nos
versículos 34 ao 43. E o sermão que Pedro utilizou é riquíssimo e cheio de
mensagens evangelizadoras:
1) Ele afirma que Deus não faz acepção de pessoas (v.
34);
2) Ele afirma a universalização do amor de Deus e da
salvação (v. 35);
3) Ele afirma que a salvação vem dos Judeus, por meio
de Jesus Cristo (v. 36);
4) Ele afirma que a palavra da salvação já era de
conhecimento da Judéia e da Galiléia (v. 37);
5) Ele apresenta a Jesus Cristo como o ungido de Deus
(v. 38);
6) Ele afirma ser testemunha de Jesus e de sua morte
no madeiro (v. 39);
7) Ele afirma que Jesus ressuscitou ao terceiro dia
(v. 40);
8) Ele afirma que é testemunha dessa ressurreição
juntamente com outros discípulos (v. 41);
9) Ele afirma a ordenança que Jesus deixou para a
pregação do evangelho (v. 42);
10) Ele afirma que todo o que crê receberá a remissão
dos pecados pelo nome de Jesus (v. 43)
Pode-se notar que
a mensagem de Pedro é muito profunda. Esta é a mensagem principal do Evangelho.
Deus quer salvar a todos, por isso enviou Jesus que ao vencer a morte
ressuscitando dos mortos pode perdoar pecados a todo aquele que crê. Como
resultado desta mensagem maravilhosa é que o Espírito Santo foi derramado em
casa de Cornélio. Portanto a força do verbo “comecei a falar” não pode ser
levada muito longe no grego hebraizado.
Deste modo a expressão “E, quando comecei a falar, caiu sobre eles o Espírito
Santo” significa apenas que Pedro não tinha terminado tudo o que queria dizer,
quando o Espírito Santo tomou conta da vida dos ouvintes e concluiu a mensagem
daquele dia.
Assim fica a lição de que não é pelo muito falar que Deus vai agir, mas
sim pela unção de quem prega e pela soberana vontade de Deus (Mt 6.7).
Reflita acerca disso!
Douglas Roberto de Almeida Baptista
segunda-feira, 17 de abril de 2017
ELEIÇÕES NA CGADB 2017
No dia 9 de abril deste ano, ocorreu a histórica 43ª AGO da CGADB.
A 43ª Assembleia Geral Ordinária
bateu o recorde de inscritos, que obteve 31.116 Ministros inscritos e
aptos para votar, a eleição da Mesa Diretora e do Conselho Fiscal para o
quadriênio 2017-2021, que foram os seguintes:
PRESIDENTE:
PASTOR WELLINGTON JUNIOR - 14.675 votos (Eleito)
PR SAMUEL CÂMARA - 8.145 votos
CÍCERO TARDIM - 108 votos
1º VICE-PRESIDENTE - REGIÃO CENTRO-OESTE:
PASTOR SEBASTIÃO RODRIGUES DE SOUZA - 14.547 votos (Eleito)
PR ANTONIO DIONÍZIO - 8.126 votos
Votos em Branco: 346
2º VICE-PRESIDENTE - REGIÃO NORTE:
PASTOR GILBERTO MARQUES - 14.725 votos (Eleito)
PR ISAMAR PESSOA RAMALHO - 7.822 votos
Votos em Branco: 472
3º VICE-PRESIDENTE - REGIÃO NORDESTE:
PASTOR PEDRO DAMASCENO - 15.288 votos (Eleito)
PR JOESER SANTANA - 6.842 votos
PASTOR IRAN TOMAZ - 396 votos
Votos em Branco: 493
PASTOR IRAN TOMAZ - 396 votos
Votos em Branco: 493
4º VICE-PRESIDENTE - REGIÃO SUDESTE:
PASTOR TEMÓTEO RAMOS - 14.459 votos (Eleito)
PR SAMUEL RODRIGUES - 6.479 votos
PR. JESIEL PADILHA - 1224 votos
Votos em Branco: 398
5º VICE-PRESIDENTE - REGIÃO SUL:
PASTOR PERCI FONTOURA - 15.326 votos (Eleito)
PR IVAL TEODORO DA SILVA - 7.241 votos
Votos em Branco: 452 votos
1º SECRETÁRIO - REGIÃO CENTRO-OESTE:
PASTOR ELIENAI CABRAL - 16.031 votos (Eleito)
PR GEOVANI NERES - 6.700 votos
Votos em Branco: 288
2° SECRETÁRIO - REGIÃO NORTE:
PASTOR PEDRO ABREU DE LIMA - 13.826 votos (Eleito)
PR JÔNATAS CÂMARA - 8.290 votos
PASTOR BARRINHO DO PARÁ - 494 votos
Votos em Branco: 409
3º SECRETÁRIO - REGIÃO NORDESTE:
Pr. Roberto José dos Santos - 14.755 votos (Eleito)
Pr. Raul Cavalcante - 6.694 votos
Pr. Everaldo da Paraíba - 1.131 votos
Votos em Branco: 439 votos
4º SECRETÁRIO - REGIÃO SUDESTE:
PASTOR ALBERTO SERAFIM - 13.979 votos (Eleito)
PR CARLOS ROBERTO SILVA - 7.474 votos
PR. NILSON O ABENÇOADO - 946 votos
Votos em Branco: 620
5º SECRETÁRIO - REGIÃO SUL:
PASTOR ADALBERTO DUTRA - 14.687 (Eleito)
PR JOSUÉ CIPRIANO - 7.765 votos
PR JOSUÉ CIPRIANO - 7.765 votos
Votos em Branco: 567
1º TESOUREIRO:
PASTOR ÁLVARO SANCHES - 15.195 votos (Eleito)
PR IVAN BASTOS - 7.378 votos
Votos em Branco: 446
2º TESOUREIRO:
PASTOR NEHEMIAS ARAÚJO - 14.814 votos (Eleito)
PR JONAS FRANCISCO DE PAULA - 7.650 votos
Votos em Branco: 555
3º TESOUREIRO:
PASTOR EDSON VICENTE - 13.643 votos (Eleito)
PR ADAILTON ARAÚJO - 6.437 votos
PR. ANTONIO MANOEL - 674 votos
Votos em Branco: 601
CONSELHO FISCAL 1ª REGIÃO - REGIÃO CENTRO OESTE:
PASTOR RINALDO ALVES - 14.212 votos (Eleito)
PR EFRAIM DE MOURA - 7.067 votos
PASTOR JEZIEL GUSMÃO - 1.140 votos
Votos em Branco: 600
CONSELHO FISCAL 2ª REGIÃO - REGIÃO NORTE:
PASTOR PAULO MARTINS NETO - 14.855 (Eleito)
PR ENALDO BRITO - 7.569 votos
Votos em Branco: 595
CONSELHO FISCAL 3ª REGIÃO - REGIÃO NORDESTE:
PR. ORLEDE - 1.078 votos
PASTOR ISRAEL FERREIRA - 14.221 votos (Eleito)
PR EDUARDO LEANDRO - 7.122 votos
Votos em Branco: 598
CONSELHO FISCAL 4ª REGIÃO - REGIÃO SUDESTE:
PASTOR LUIZ CEZAR MARIANO - 14.987 votos (Eleito)
PR OTONI DE PAULA - 7.454 votos
Votos em Branco: 578
CONSELHO FISCAL 5ª REGIÃO - REGIÃO SUL:
PASTOR JAMIR BRITO - 14.470 votos (Eleito)
PASTOR JAMIR BRITO - 14.470 votos (Eleito)
PR PAULO TERRA - 7.838 votos
Votos em Branco: 711
Votos em Branco: 711
Créditos> Tiago Bertulino
ESCOLA BÍBLICA DE OBREIROS - BENTO GONÇALVES/RS
Nos dias 14 a 16 do mês corrente, na cidade de Bento Gonçalves-RS, o pastor Douglas Baptista acompanhado de sua mui digna esposa Missª Dirley Baptista, colaboraram com a Escola Bíblica de Obreiros da Assembleia de Deus em Bento Gonçalves presidida, pelo Pr. Eliezer Morais.
Também, em concomitância o pastor Douglas Baptista ministrou um curso de capacitação em capelania evangélica, capacitando dezenas de novos capelães na bela cidade gaúcha.
Pela graça de Deus, a AD em Bento Gonçalves preza pela palavra de Deus revelada. Está sendo dias de grande refrigério.
Soli Deo Glória!!
quarta-feira, 29 de junho de 2016
O CRISTÃO E SEU RELACIONAMENTO COM OS EXCLUÍDOS
Durante seu ministério terreno,
Jesus quebrou vários paradigmas ao encontrar-se com coletores de impostos e
prostitutas (grupo de excluídos à época na cultura judaica). No entanto, ao se
relacionar com estas pessoas, Jesus nunca aprovou e jamais incentivou a conduta
de nenhuma delas. Ao contrário, ao demonstrar amor e interesse pelos excluídos
Jesus tinha como objetivo libertá-los da má conduta e da opressão do pecado.
O encontro de Jesus com Zaqueu,
por exemplo, trouxe mudanças imediatas na vida do publicano. Zaqueu devolveu os
impostos cobrado a mais e ainda entregou metade dos seus bens para ser
repartido entre os pobres. Diante desta transformação na vida deste coletor de
impostos Jesus exclamou: "Hoje veio salvação a esta casa" (Lc
12.9).
Outra situação esclarecedora trata-se do encontro de
Cristo com a mulher que havia sido flagrada se prostituindo com um homem
casado. Ao despedir envergonhados aqueles que queriam apedrejá-la, Jesus disse
a mulher: " Vai-te, e não
peques mais" (Jo 8.1).
Portanto, certamente Jesus
deseja que façamos algo em favor dos grupos de excluídos, mas sem aprovar ou
incentivar nenhuma conduta pecaminosa. Os Cristãos devem amar os pecadores e
repudiar apenas o pecado. O verdadeiro cristão não nutre ódio algum por quem
quer que seja. O cristão não sente fobia alguma por homossexuais ou
prostitutas, nem por políticos corruptos, pedofílos ou bandidos. Apenas não
concorda com suas atitudes e práticas:
"Não erreis: nem os
devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os
sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os
maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus" (1Co 6.10)
Reflita nisso!
Douglas Roberto de Almeida
Baptista
terça-feira, 26 de abril de 2016
O pecado de adultério e o ministério pastoral
Em 1ª Timóteo 3.2-7, Paulo enumera as qualificações imprescindíveis para o exercício do ministério pastoral. A lista é estruturada por aquilo que é chamado de “inclusio” (dispositivo literário em forma de parêntesis). O primeiro requisito (verso 2a) é que o ministro seja “irrepreensível”; o último (verso 7) que tenha “bom testemunho dos que estão de fora”. Em consequência os requisitos para o ministério exigem no todo que o candidato esteja acima de qualquer repreensão. A não observância de quaisquer requisitos o desqualifica para a função.
Assim, o ministro deve ser “irrepreensível” também no casamento. Não deve ser alvo de reprovação da sociedade ou da comunidade cristã em seu relacionamento conjugal. Sua conduta matrimonial não pode macular a reputação da igreja.
Muitos debates têm surgido acerca do significado da expressão paulina “marido de uma mulher” (1Tm 3.2b) que também pode ser traduzida como “homem de uma única mulher”. Os questionamentos giram em torno de uma possível alusão apostólica desfavorável a poligamia, ao concubinato, ao divórcio ou infidelidade no casamento. Vamos então aos argumentos prós e contras a estas interpretações:
A poligamia, embora praticada, era contrária a lei romana. E entre os judeus a monogamia era a regra mais aceita. O concubinado, apesar de ser o único meio dos soldados viverem maritalmente, não era prática habitual fora do Exército. O divórcio, ainda que socialmente aceito de modo trivial entre judeus e pagãos, no cristianismo primitivo só era tolerado em casos de adultério (Mt 19.9) ou de abandono do lar (1Co 7.15). A infidelidade matrimonial, por sua vez, era conduta condenada e desprezível, tanto no judaísmo quanto no cristianismo incipiente (Êx 20.14; Mt 5.27,28).
Mercê das evidências do ambiente cultural à época, em que a sociedade cristã e pagã não via com bons olhos apoligamia e nem o concubinato, conclui-se, então, que, embora não excluídos, não são a poligamia e o concubinato o foco principal da instrução de Paulo em análise. Resta então saber se é o novo casamento após o divórcio trivial ou a infidelidade conjugal que desqualifica candidatos para o ministério pastoral. O texto bíblico permite as duas possibilidades. O candidato divorciado por motivo incompatível com as exceções bíblicas (Mt 19.9; 1Co 7.15) e aquele que, enquanto casado, tenha praticado adultério. Os candidatos que tenham incorrido na prática de um destes casos, não preenchem o requisito bíblico de “homem de uma única mulher” e portanto inabilitado para o exercício do ministério pastoral.
Certamente que os envolvidos em quaisquer destas situações, ao confessarem o pecado, receberão o perdão de Deus. Contudo há de se fazer uma diferença entre ser perdoado e ser qualificado para o ministério. Se os fatos tenham ocorrido antes da conversão “Deus não levará em conta o tempo da ignorância” (At 17.30). Porém, se, tais erros forem cometidos após a conversão, como pecador arrependido recebe perdão, mas como candidato ao ministério torna-se incapacitado.
A culpa na dissolução do casamento não se harmoniza com a retórica paulina: “Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?” (1Tm 3.5). De outro lado, a prática “do pecado contra o próprio corpo, que é templo do Espírito Santo” (1Co 6.18,19), imprime no transgressor uma “mancha moral” inconciliável para o exercício pastoral. Salomão asseverou que a vergonha e a infâmia da infidelidade acompanharão o adúltero pela vida inteira: “Mas o que adultera com uma mulher é falto de entendimento; aquele que faz isso destrói a sua alma. Achará castigo e vilipêndio, e o seu opróbrio nunca se apagará” (Pv 6.32.33).
Tenho discutido esta exigência paulina no meio acadêmico com teólogos renomados, nos cursos preparatórios de aspirantes ao ministério e no meio eclesiástico com ministros ordenados. Os debates têm sido calorosos. Uns contra e outros favoráveis a posição aqui defendida.
Confesso que como cristão gostaria que fosse possível à restauração ao ministério pastoral do obreiro em falta neste quesito (pecado de adultério). Porém como intérprete comprometido com as Escrituras discordo que homens adúlteros permaneçam no exercício pastoral. Sou convicto que a interpretação bíblica exclui do ministério pastoral aqueles que se envolvem com o divórcio trivial e o adultério. Ainda não fui persuadido do contrário. Os que não concordam com esta posição aqui defendida, apresentam diversas conjecturas, opiniões pessoais e ainda a “práxis” da igreja contemporânea. Porém, tais conjecturas são biblicamente refutadas: “o Ministro deve ser irrepreensível e com bom testemunho dos que estão do lado de fora da Igreja” (1Tm 3.2,7).
Reflita sobre isso!
Douglas Roberto de Almeida Baptista
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