"Na época de Jesus era um escândalo comer com um coletor de impostos, ou com uma prostituta. Mesmo assim, tudo isso foi feito. Sempre me pergunto o que Jesus faria em nossa sociedade de hoje. Um coletor de impostos hoje é um Fiscal da Receita e um jantar em sua casa poderia ser até chique. Mas será que um cristão acolher e amar um irmão homossexual não seria tão revolucionário como os atos de Jesus?" Deputado Prof. Israel
- Concordo que Jesus quebrou paradigmas ao encontrar-se com coletores de impostos e prostitutas. No entanto Jesus nunca aprovou e jamais incentivou a conduta de nenhum deles. Ao contrário, ao demonstrar amor e interesse por estas pessoas Jesus tinha como objetivo libertá-las da má conduta.
- O encontro de Jesus com Zaqueu, por exemplo, trouxe mudanças imediatas na vida do publicano. Zaqueu devolveu os impostos cobrado a mais e ainda entregou metade dos seus bens para ser repartido entre os pobres. Diante desta transformação na vida deste coletor de impostos Jesus exclamou: "Hoje veio salvação a esta casa" (Lc 12.9).
- Outra situação esclarecedora trata-se do encontro de Cristo com a mulher que havia sido flagrada se prostituindo com um homem casado. Ao despedir envergonhados aqueles que queriam apedrejá-la, Jesus disse a mulher: " Vai-te, e não peques mais" (Jo 8.1).
- Portanto, certamente Jesus conversaria e amaria os homossexuais, mas não aprovaria e nem incentivaria nenhuma de suas condutas. Exatamente o que os seguidores de Cristo o fazem hoje. Amamos aos pecadores e repudiamos apenas o pecado. Não sentimos fobia e nem ódio por homossexuais ou prostitutas, nem por políticos corruptos, pedofílos ou bandidos. Apenas não concordamos com suas atitudes: "Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus" (1Co 6.10)
- O problema é que o movimento GLTS quer tratamento diferenciado. Para estes ativistas não basta o direito de serem o que são e de viverem como quiserem, aliás um direito já assegurado na constituição para todos. A verdade é que os ativistas não querem nem mesmo ser criticados. Não querem que ninguém os desaprove para poderem fazer apologia ao homossexualismo. Por isso qualquer que os contrarie é alcunhado de preconceituoso.
- Se andarmos por esta linha de interpretação, daqui a pouco criticar a prática da pedofília também pode ser considerado preconceituoso. Por isso lamentamos que em nome do famigerado conceito do "politicamente correto" algumas autoridades constituídas cairam na rede e estão prestando um desserviço a sociedade.
- Este país é de maioria cristã. Não é homofóbico. Apenas não aprova a homossexualidade e não deseja que seus filhos sejam bombardeados com este comportamento. A propósito a frase de Voltarie usada pelo deputado cabe muito bem em nosso argumento cristão:
- É isto que queremos. Manter o direito de dizer e falar aquilo que cremos sem sermos barrados por quem quer que seja. Somente isto. Amamos a todos indistintamente mas repudiamos o mal, inclusive a promoção de debates que incitam os homossexuais contra os cristãos.


