quarta-feira, 31 de março de 2010

MINHA AGENDA: ABRIL/2010


03 ABRIL 10 - Curso de Capelania - Paracatu (MG)
04 ABRIL 10 - Assembléia Geral Ordinária - Brasília (DF)
10 ABRIL 10 - Capelania - Santo Antônio do Descoberto (GO)
16 ABRIL 10 - Conferência de Escola Dominical - Palmas (TO)
17 ABRIL 10 - Casamento "Davi e Juliana"- Samanbaia (DF)
22 ABRIL 10 - Escola Bíblica de Obreiros - Teresina (PI)
24 ABRIL 10 - Seminário da Harpa Cristã - Brasília (DF)
24 ABRIL 10 - Casamento "João e Madalena" - Brasília (DF)
29 ABRIL 10 - Convenção Igrejas AD Paraná - Cascavel (PR)


CASAL APOSTÓLICO DA RENASCER EXIGE SER CHAMADO DE “PAI e MÃE”.


1. Em reunião neste mês de março na unidade da Renascer do bairro de Santana, São Paulo - Capital, o apóstolo Estevam Hernandes reuniu seus bispos e pastores para apresentar a postura oficial (e definitiva) da Renascer sobre a questão. Em um discurso muito acalorado, Estevam falou sobre o início da igreja, a fidelidade do bispo Geraldo Tenuta e a aliança espiritual com “deus”, mas subiu ainda mais o tom quando o assunto foi o tema “Pai Espiritual”.


2. Estevam expressou seu enorme descontentamento com as discussões internas diante da adoção / orientação acerca desta nova forma dos membros se dirigirem a sua ilustre pessoa. Disse repudiar que tais discussões fiquem sendo alvo de debates entre líderes e membros e afirmou que as justificativas dadas por algumas vozes dissonantes, contrárias a prática – a maioria destas baseadas nas cartas Paulinas – não merecem crédito e encerrou a questão: “… eu tenho direito, em vocês, para ser chamado de pai, pois a Palavra foi ministrada a vocês por mim, o apóstolo…”.


3. A questão da adoção do titulo de “pai espiritual” surgiu no debate desta reunião, em função de uma “ministração” dada pelo bispo Zé Bruno no tradicional acampamento de carnaval da Renascer, no mês passado. Após este encontro os debates em torno do novo título de “pai” que já não encontrava muita simpatia aumentou em muito.


4. O movimento apostólico que levou a adoção desta doutrina de “pai espiritual” é parte de um processo de personificação da liderança e construção de um novo conceito de apostolado, com larga permissividade de formulação doutrinária – do tipo “atado na terra e atado no Céu” que ganhou corpo e irreversível direção durante a “grande perseguição” que levou o casal apostólico à prisão. A volta do casal ao país ficou marcada pela exaltação dos títulos de pai e mãe, entoados como mantra por uma massa de jovens, já na chegada ao Brasil e com clímax nas primeiras “marchas para Jesus”. Um claro esforço para reverter a imagem abalada pela sucessão de escândalos que começaram com a capa das grandes revistas nacionais, indiciamentos, prisão nos Estados Unidos e o desabamento do teto da sede da organização.


terça-feira, 30 de março de 2010

DIFERENÇAS ENTRE HOMENS E MULHERES

Homens e mulheres pensam, agem e sentem de modo completamente distinto. Eles e elas enxergam, fazem a digestão, sentem cheiros, respiram e transpiram de forma diferente. O coração deles bate de um jeito e o delas de outro. O pulmão, o sistema imunológico, a audição, o paladar, a pele... Enfim, as dessemelhanças entre os sexos são muito grandes. Somente quando entendermos e respeitarmos estas diferenças, teremos uma melhor harmonia em nosso lar.

Vejamos alguns destes pontos:


a) Na média, as mulheres são 10 a 15 cm menores e 10 a 20 kg mais leves que os homens.
b) A mulher possui uma parcela de gordura cerca de 10% maior que a do homem, e dispõe de menor massa muscular.
c) A força da mulher é menor que a do homem, variando entre 54% e 80%, valores que dependem do grupo muscular.
d) A mulher usa de 6.000 a 8.000 palavras diariamente, enquanto o homem utiliza cerca de 2.000 a 4.000 palavras por dia.
e) Em repouso, 90% do cérebro da mulher permanece em atividade. Já no homem, apenas 70%. Por isso as mulheres são melhores para captar detalhes.
f) O homem é forte e treinado na vida racional e sabe conviver bem com quem pensa diferente dele. Sabe até brindar com seus adversários. A mulher é frágil neste aspecto, e mesmo sendo inteligente, é traída por suas emoções, não consegue enfrentar seus adversários imparcialmente.
g) A mulher é forte e treinada na vida emocional, suporta com mais facilidade as dores, as injeções, as desolações da vida. Neste aspecto o homem é mais frágil, é intolerante à dor e às suas frustrações afetivas emocionais.
h) O homem exorta, estimula, corrige melhor, visto que isso depende de sua visão geral, de sua objetividade e de sua frieza emocional, joga e descarta situações inconvenientes com facilidade. Administra seus problemas e despacha as soluções de forma mais eficiente.
i) A mulher consola, acolhe, hospeda melhor, porque isso está diretamente ligado à sua sensibilidade, à percepção de detalhes.

domingo, 21 de março de 2010

CONFERÊNCIA DE EDUCAÇÃO TEOLÓGICA

Membros do Conselho da CGADB
Pr. Jose Wellington Bezerra da Costa
Presidente da CGADB

19 de Março - Sexta-feira -19h30
Culto de Abetura
Dirigente: Pr. Paulo Roberto Freire da Costa (Pres. Conselho de Doutrina)
Palavras Boas Vindas: Pr. Jesiel Padilha de Siqueira (Pres. AD em Santos – SP)
Preletor: Pr. José Wellington Bezerra da Costa (Pres. da CGADB)
Cantores: PATMOS MUSIC (Victorino Silva)

20 de Março – sábado
08h - Devocional
09h - Temário: Legislação do Ensino Teológico no Brasil
Preletor: Pr. Douglas Roberto de Almeida Baptista (Pres. Conselho de Educação e Cultura)
Dr. Paulo Wollinger (Diretor de Supervisão e Regulação MEC)
12h Almoço
14h Devocional
15h – Temário: Princípios Teológicos da Reforma Protestante
Preletor: Pr. Altair Germano - vice-presidente CEC
19h30 - culto
Dirigente: Pr. José Wellington Costa Júnior (Presidente Conselho Adm CPAD)
Preletor: Pr. Paulo Cesar Lima (Comissão de Apologética)
Cantores: PATMOS MUSIC (Victorino Silva)

domingo, 28 de fevereiro de 2010

SEMANA NACIONAL DE ORAÇÃO


AS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL
ESTARÃO EM SEMANA NACIONAL
DE ORAÇÃO E JEJUM
PERÍODO: 08 a 14 de MARÇO DE 2010
MOTIVOS DE ORAÇÃO:
1) SEGUNDA-FEIRA: CENTENÁRIO DAS ASSEMBLÉIAS DE DEUS
2) TERÇA-FEIRA: AVIVAMENTO NACIONAL
3) QUARTA-FEIRA: PROVIDÊNCIA DIVINA
4) QUINTA-FEIRA: ORAÇÃO PELA FAMÍLIA
5) SEXTA-FEIRA: MISSÕES TRANSCULTURAIS
6) SÁBADO: ADOLESCENTES E JOVENS
7) DOMINGO: INTERCESSÃO PELOS DESVIADOS



















































terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

ENTREVISTA "MOVIMENTO PENTECOSTAL"

Prezados Irmãos acessem o link abaixo e assistam minha entrevista ao programa "MOVIMENTO PENTECOSTAL" da CGADB/CPAD que vair ao ar todos os sábados pela Rede TV às 10h30 de cada manhã.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

PRIMEIRA CONFERÊNCIA DE EDUCAÇÃO TEOLÓGICA




LOCAL: Assembléia de Deus em Santos - SP
PROGRAMAÇÃO
19 de Março - Sexta-feira -19h30
Culto de Abetura
Dirigente: Pr. Paulo Roberto Freire da Costa (Pres. Conselho de Doutrina)
Preletor: Pr. José Wellington Bezerra da Costa (Pres. da CGADB)
Cantores: PATMOS MUSIC (Victorino Silva - Lilia Paz)

20 de Março – sábado
08h - Devocional
09h - Temário: Legislação do Ensino Teológico no Brasil
Preletor: Pr. Douglas Roberto de Almeida Baptista (Pres. Conselho de Educação e Cultura)
Dr. Paulo Wollinger (Diretor de Supervisão e Regulação MEC)
12h Almoço
14h Devocional
15h – Temário: Princípios Teológicos da Reforma Protestante
Preletor: Pr. Altair Germano - vice-presidente CEC
19h30 - culto
Dirigente: Pr. José Wellington Costa Júnior (Presidente Conselho Adm CPAD)
Preletor: Pr. Paulo Cesar Lima (Comissão de Apologética)
Cantores: PATMOS MUSIC (Victorino Silva-Lilia Paz)

21 de março – domingo
08h – Devocional
09h – Temário: Pressupostos Hermenêuticos da Teologia Contemporânea
Preletor: Pr. Esdras Costa Bentho (Escritor CPAD)
11h Encerramento (Entrega de Certificados de Participação)

ACESSE O SITE DA CPAD E INSCREVA-SE

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

IGREJA DO BELENZINHO

No dia 01 de Fevereiro 2010 (Segunda-Feira) estivemos em São Paulo - Belenzinho participando da reunião de Obreiros na Igreja presidida pelo Pr. José Wellington Bezerra da Costa.
Na ocasião divulgamos o evento da PRIMEIRA CONFERÊNCIA DE EDUCAÇÃO TEOLÓGICA que se dará nos dias 19-20-21 Março na AD da cidade de SANTOS-SP, liderada pelo Pastor Geziel Padilha.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

18 CONFERÊNCIA DA ESCOLA DOMINICAL



Nos dias 27 a 30 Janeiro estarei, com a bondade do Senhor nosso Deus, participando da 18 Conferência da Escola Dominical.

Local: Assembléia de Deus em Americana - SP.

Confira a Programação:


1) Dia 27/01– Quarta-feira
Manhã:
09h às 18h – Credenciamento
Noite:
19h30 às 21h – Culto de abertura
Direção: RONALDO RODRIGUES DE SOUZA
(Diretor executivo, CPAD)
Palavra de boas-vindas Pr. ANTONIO MUNHOZ
(Presidente da AD em Americanas /SP)
Pregador: Pr. JOSÉ WELLINGTON BEZERRA DA COSTA
(Presidente da Convenção Geral das Assembléias de Deus no Brasil)


2) Dia 28/01 – Quinta-feira
Manhã:
09h às 09h30 – Devocional
09h30 às 10h30 – 1ª Plenária – CÉSAR MOISÉS
11h às 12h – 2ª Plenária – ESDRAS BENTHO
Tarde:
12h às 14h – Almoço
14h às 16h15 – Seminários
16h30 às 18h – Workshops
Noite:
18h às 19h – Lanche
19h30 às 21h – 3ª Plenária – GEREMIAS DO COUTO


3) Dia 29/01 – Sexta-feira
Manhã:
09h às 09h30 – Devocional
09h30 às 10h30 – 4ª Plenária – MARCOS TULER
11h às 12h – 5ª Plenária – ELIEZER MORAES
Tarde:
12h às 14h – Almoço
14h às 16h15 – Seminários
16h30 às 18h – Workshops
Noite:
18h às 19h – Lanche
19h30 às 21h – 6ª Plenária – ELIENAI CABRAL


4) Dia 30/01 - Sábado
Manhã:
09h às 09h30 – Devocional
09h30 às 10h30 – 7ª Plenária – ANTONIO GILBERTO
10h30 às 11h30 – 8ª Plenária - JOANE BENTES
11h30 às 12h – Pr. JOSÉ WELLINGTON COSTA JUNIOR
(Presidente do Conselho Administrativo da CPAD)
12h às 12h30 – Encerramento e entrega dos certificados

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

A CARROÇA VAZIA


Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai. É uma carroça vazia ...
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulta, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais,
inoportuna, interrompendo a conversa de todo mundo, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo...Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho.

sábado, 7 de novembro de 2009

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (PDE).


1. Uma educação básica de qualidade. Essa é a prioridade do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Investir na educação básica significa investir na educação profissional e na educação superior porque elas estão ligadas, direta ou indiretamente. Significa também envolver todos — pais, alunos, professores e gestores, em iniciativas que busquem o sucesso e a permanência do aluno na escola.

2. Aderindo a esta proposta do Ministério da Educação (MEC), a Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Missão do Distrito Federal (ADMDF) em parceria com a Faculdade de Educação Evangélica do Distrito Federal (FAEDF) e a Sociedade Brasileira de Teologia Cristã Evangélica (SBTEO), promoveram o "Lançamento do Plano de Mobilização Social pela Educação" em Brasília - DF.

3. O Evento ocorreu em 07 Nov 09 (9h às 17h), nas instalações da ADMDF e FAEDF, no SAAN, Qd 2, Lotes 1265/75 sob a coordenção de Rafhael Ferrari da Assessoria do MEC e contou com a presença de diversas lideranças.

4. Maiores Informações: http://pde.mec.gov.br/


domingo, 1 de novembro de 2009

CONVENÇÃO REGIONAL

Pr. Dr. Douglas respondendo questões de ordem teológica na Convenção


1. Nos dias 23, 24, 25 Outubro 2009, no Templo Sede da Assembléia de Deus em Taguantiga Sul - DF, transcorreu uma abençoada e próspera Assembléia Geral da Convenção dos Ministros Evangélicos das Assembléias de Deus de Brasília e Goiás que é presidida pelo Pr. Orcival Pereira Xavier.
2. O tema convencional foi: O Obreiro e a Disciplina Cristã.
3. Estiveram presentes, entre outros, a Ordem dos Capelães Evangélicos no Brasil e o Conselho de Ação Social da CGADB.

CONSELHO DE EDUCAÇÃO E CULTURA

Da esquerda para a direita: Pr. Altair Germano (Vice-presidente), Pr. Terrency Jonhson (Membro), Pr. Rubens Ciro (Membro), Pr. Douglas Baptista (Presidente), Pr. Emannuel da Silva (Secretário), Pr. Geziel Padilha (Membro) e Pr. Eliezer Morais (Relator)
1. Em reunião realizada no dia 23 Out 09 (Sexta-feira) na sede da CGADB (Rio de Janeiro), o CEC - Conselho de Educação e Cultura deu início ao processo de análise e reforma das Diretrizes e Bases Normativas que regem a Educação Teológica nas Assembleias de Deus no Brasil. A presente análise e reforma tem por objetivo desburocratizar o processo de credenciamento de novas instituições teológicas pelo CEC, atualizar e adequar o Currículo e a carga horária dos cursos Básico, Médio, Bacharelado, Licenciatura e Pós-gradução em Teologia.


2. Foi discutida também a realização de Simpósios Teológicos em todo o território nacional, com o primeiro já pré-agendado para o período de 19 a 21/03/2010, na cidade de Santos-SP, onde serão abordados os seguintes temas:

- Legislação do Ensino Teológico no Brasil;
- Princípios Teológicos da Reforma Protestante;
- Implicações Teológicas no Limiar do Centenário das Assembléias de Deus no Brasil;
- Pressupostos Hermenêuticos da Teologia Contemporânea.

3. O CEC voltará a se reunir nos dias 19 e 20/11, para a conclusão da reforma nas Diretrizes e Bases Normativas.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

TEOLOGIA PASTORAL


1. INTRODUÇÃO - http://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia_pastoral
A Teologia pastoral é a parte da Teologia cristã que cuida da aplicação prática dos ensinamentos teológicos à ação pastoral da Igreja (quer ela seja católica ou protestante ou de outras confissões cristãs) e à vida quotidiana de cada crente, principalmente à formação dos fiéis (leigos ou clérigos) enquanto filhos de Deus e membros da Igreja, conduzindo-os no reto caminho da Palavra de Deus e da salvação, através dos ensinamentos emanados pela Igreja.

2. OS OFICIAIS DA IGREJA - Eliezer Lira e Caramuru Afonso Francisco (Lição EBD - 4o trimestre de 2001)
Jesus, ao subir aos céus, deixou a Igreja aos cuidados de Seus apóstolos (enviados), que se dedicaram ao ministério da palavra e da oração - Jo.20:21-23; At.2:42,43; 4:33,34; 6:2,4.

Com o crescimento da igreja, os apóstolos começaram a estabelecer oficiais na igreja, com o propósito de atender às necessidades espirituais (presbíteros, anciãos, bispos) e materiais (diáconos) em meio ao povo de Deus - At. 6:1-4; 14:23; 15:6,22; 16:4; 20:17,28; Tt.1:5.


As palavras "bispo" ("episkopos"- supervisor, superintendente), "presbítero" ("presbyteros" - mais idoso), "ancião" e "pastor", no Novo Testamento, são sinônimos, porquanto não havia, ainda, qualquer noção de hierarquia, salvo a distinção diferenciada que os apóstolos gozavam por terem sido testemunhas oculares do ministério de Jesus (cfe. At.1:22,23) . Daí porque ter havido certa resistência ao apostolado de Paulo (cfe. Gl.1).

OBS: "No Novo Testamento não há qualquer traço de governo realizado por um único bispo.(...) Entre os Pais Apostólicos, Inácio é o único que insiste sobre um episcopado monárquico, mas mesmo ele nunca afirma que isso fosse de divina instituição - um argumento que teria sido decisivo se houvesse em disponibilidade para ele usar. Jerônimo, comentando sobre Tt.1:5, observa que a supremacia de um único bispo surgiu mais por costume do que pela ordenação real do Senhor, como meio de impedir cismas na Igreja...." (Novo Dicionário da Bíblia, edição em um único volume, verbete "Bispo", p.220).


Pedro se dirige aos obreiros em geral, portanto, colocando-se como um deles, de forma que também aqui não se verifica uma suposta primazia de Pedro sobre a igreja, que é a fonte da doutrina do papado defendida pela Igreja Romana, que se considera, erroneamente, a legítima sucessora da igreja apostólica (Cfe. Código de Direito Canônico da Igreja Católica):

"can. 204, § 2º. Essa Igreja, constituída e organizada neste mundo como sociedade, subsiste na Igreja católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele." ou "... Para estabelecer a Sua santa Igreja em todo mundo até a consumação dos séculos, Cristo outorgou ao Colégio dos Doze o ofício de ensinar, reger e santificar. Dentre eles, escolheu a Pedro, sobre quem, após a profissão de fé, decidiu edificar a Sua Igreja... Jesus Cristo quer que seu povo cresça sobre a ação do Espírito Santo(...) mediante um governo amoroso, realizado pelos Apóstolos e seus sucessores - os Bispos - e o sucessor de Pedro como chefe...."- Decreto Unitatis Redintegratio, nº 2).

A admoestação de Pedro também nos mostra que a igreja sempre teve uma liderança, ou seja, a igreja apostólica é uma igreja em que alguns são chamados pelo Senhor para presidir, para supervisionar. É dom de Deus para a Sua igreja - Rm. 12:8; I Tm.4:14; Tt. 1:5 (o caráter antibíblico dos ensinos do G-12 que procuram solapar a idéia de uma liderança na igreja)
OBS: Desde a época da lei, o Senhor tem demonstrado a necessidade de o Seu povo ser conduzido por líderes, ainda que esta liderança não mais se interponha como mediadora entre Deus e os homens, como acontecia com o sacerdócio levítico. Aliás, este texto judaico a seguir demonstra que, mesmo entre os judeus, este conceito não mais estava prevalecendo ao tempo de Jesus. Senão vejamos:


"...Uma das mudanças religiosas mais profundas efetuadas pela sinagoga quase imediatamente após o seu estabelecimento há vinte e cinco séculos atrás foi levar direta e facilmente o indivíduo a comunhão com Deus. Enquanto antes ele tinha podido cultuar a Deidade somente através da mediação dos sacerdotes e por meio de sacrifícios de animais que pudesse trazer ao altar do Templo, agora, na Casa de Orações, o fiel podia comungar com seu Deus simples e livremente, sem os impedimentos de ritos crassamente materialísticos(...) É compreensível que, sob o impacto poderoso dessa 'libertação' do primitivismo religioso, a casta sacerdotal tenha começado a sofrer um declínio na religião judaica, sendo suplantada antes da destruição do Segundo Templo, por uma grande classe de mestres rabínicos..." (Enciclopédia Judaica, v.6, p.803).
E quem eram estes rabinos, estes anciãos que lideravam as sinagogas (de onde viria a expressão "ancião" ou "presbítero" na igreja primitiva?) Responde o mesmo texto judaico que utilizamos:

"...o rabino era simplesmente um líder religioso tido como espiritualmente e intelectualmente privilegiado: um mestre dedicado e um guia de Torah para seus irmãos judeus(...) o rabino, ao contrário do sacerdote católico, não era, na maior parte do tempo, um agente mediador entre os desejos do homem e os favores de Deus.." (ibidem, p.701-2).

Portanto, nenhum mau exercício de liderança, nenhum método de evangelização, muito menos desvios doutrinários podem anular a verdade bíblica de que, na Sua Igreja, o Senhor constituiu líderes, e de que há um governo do povo de Deus, como se vê em Rm. 12:8, I Tm.5:17, I Co.12:28, entre outros textos.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

OS ATRIBUTOS DIVINOS DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO

1 – Cristo é Deus (Jo 1.1,14) - “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai.”
2 – Cristo é Onipotente (Ap 1.8) – “Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso”.
3 – Cristo é Eterno (Jo 8.58) – “Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou”.
4 – Cristo é Criador (Jo 1.3) – “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez”.
5 – Cristo é Deus Conosco (Mt 1.23) – “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco”.
6 – Cristo é Onipresente (Mt 18.20) – “Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”.
7 – Cristo perdoa pecados (Mt 9.2) – “E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Jesus, pois, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Tem ânimo, filho; perdoados são os teus pecados”.
8 – Cristo exerce autoridade sobre a Natureza (Mc 4.41) – “Encheram-se de grande temor, e diziam uns aos outros: Quem, porventura, é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?”
9 – Cristo é Onisciente (Lc 6.8) – “Mas ele, conhecendo-lhes os pensamentos, disse ao homem que tinha a mão atrofiada: Levanta-te, e fica em pé aqui no maio. E ele, levantando-se, ficou em pé”.

domingo, 4 de outubro de 2009

A UNIVERSALIDADE DO BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO

TEXTO BASE: Atos 11.15a
“E, quando comecei a falar, caiu sobre eles o Espírito Santo”


1. INTRODUÇÃO
O versículo citado acima é parte do discurso de defesa de Pedro diante da liderança da igreja primitiva em Jerusalém. A defesa era em relação aos fatos acontecidos e narrados no capítulo de número dez do livro de Atos.

Neste período, o cristianismo estava dando seus primeiros passos. Os primeiros cristãos eram essencialmente judeus e a cultura judaica ainda estava fortemente arraigada nos costumes e nas ações da igreja incipiente.

Qualquer contato com gentios tornava o judeu cerimonialmente impuro, e, por causa desta interpretação, a igreja primitiva não se misturava com os gentios e nem tampouco lhes anunciava o evangelho.

Para que a igreja abandonasse estes costumes e ações judaicas, Deus vai intervir de forma sobrenatural na administração eclesiástica e no trabalho de evangelização.

Para esta atividade de mudança radical na visão da igreja, Deus escolhe a Pedro. E para ser a primeira família beneficiada com a boa nova ao alcance de todos, Deus escolhe um centurião da coorte italiana de nome Cornélio.

Tudo começou quando Cornélio teve uma visão angelical por volta das 3 horas da tarde (At 10.3). Nesta visão Deus lhe dá revelações claras e precisas: 1) Deus diz o nome da cidade para onde Cornélio devia enviar mensageiros; 2) Deus diz o nome da pessoa a ser procurada; 3) Deus diz o nome do dono da casa onde está a pessoa que deve ser procurada; 4) Deus diz a profissão do dono da casa; e 5) Deus diz o ponto de referência para a localização da casa. Vejamos o texto: “Envia homens a Jope e manda chamar a Simão, que tem por sobrenome Pedro; este se acha hospedado com um certo Simão, curtidor, cuja casa fica à beira-mar. Ele te dirá o que deves fazer.”(At 10.5-6).

Como a ação é do Espírito Santo, então não pode haver nenhum tipo de dúvida ou de confusão (1 Co 14.33). Assim, para confirmar a visão de Cornélio, Deus concede uma visão para Pedro que é concluída com a seguinte frase: “Eis que dois homens te procuram. Levanta-te, pois, desce e vai com eles, nada duvidando; porque eu tos enviei”(At 10.19-20).

Pedro ao obedecer à revelação divina é impactado com a universalidade do amor de Deus, a universalidade da salvação e a universalidade do batismo com Espírito Santo, como diria Paulo mais tarde: “pois para com Deus não há acepção de pessoas” (Rm 2.11).

No entanto a atitude de Pedro sofreu duras críticas por parte da igreja-mãe em Jerusalém. Pedro tinha violado a lei e os costumes judaicos. Pedro visitou a casa de gentios e fez ainda pior, admitiu estes gentios como membros da igreja e isto até sem mesmo tê-los transformados em prosélitos por meio da exigência da circuncisão. Pedro simplesmente passou por cima de toda a cultura religiosa dos judeus e recebeu os gentios como irmãos pelo maravilhoso fato de que Deus os tinha batizado com o Espírito Santo. Por isso Pedro também mandou batizá-los nas águas (At 10.47.48).

Diante destes fatos, Pedro começa a enumerar os motivos de sua atitude para uma assembléia ansiosa por receber explicações. Estes motivos segundo Pedro enumera são respectivamente a visão celestial e as características que culminaram no derramamento do Espírito Santo em casa de Cornélio. Pedro alega que a pregação do evangelho fez cair sobre os gentios o mesmo dom que Deus havia dado aos discípulos no dia de Pentecostes.


2. A PREGAÇÃO DO EVANGELHO COMO CONDIÇÃO PARA O PENTECOSTES
“E, quando comecei a falar...” (Atos 11.15ª)

Pedro após ter contado os pormenores de sua visão celestial que vai desde o versículo 4 até o versículo 14 do capítulo onze em questão, resume o momento da descida com o Espírito Santo com uma única frase no versículo 15: “E, quando comecei a falar, caiu sobre eles o Espírito Santo”.

O problema deste resumo é que passa a falsa idéia de que Pedro mal teria iniciado a pregação e imediatamente o Pentecostes acontecera na vida dos ouvintes. No entanto no capítulo dez onde os fatos estão narrados detalhadamente percebemos que Pedro já tinha pregado uma boa parte de seu sermão que ficou registrado nos versículos 34 ao 43. E o sermão que Pedro utilizou é riquíssimo e cheio de mensagens evangelizadoras:

01) Ele afirma que Deus não faz acepção de pessoas (v. 34);
02) Ele afirma a universalização do amor de Deus e da salvação (v. 35);
03) Ele afirma que a salvação vem dos Judeus, por meio de Jesus Cristo (v. 36);
04) Ele afirma que a palavra da salvação já era de conhecimento da Judéia e da Galiléia (v. 37);
05) Ele apresenta a Jesus Cristo como o ungido de Deus (v. 38);
06) Ele afirma ser testemunha de Jesus e de sua morte no madeiro(v. 39);
07) Ele afirma que Jesus ressuscitou ao terceiro dia (v. 40);
08) Ele afirma que é testemunha dessa ressurreição juntamente com outros discípulos (v. 41);
09) Ele afirma a ordenança que Jesus deixou para a pregação do evangelho (v. 42);
10) Ele afirma que todo o que crê receberá a remissão dos pecados pelo nome de Jesus (v. 43)

Podemos notar que a mensagem de Pedro é muito profunda. Esta é a mensagem principal do Evangelho. Deus quer salvar a todos, por isso enviou Jesus que ao vencer a morte ressuscitando dos mortos pode perdoar pecados a todo aquele que crê. Como resultado desta mensagem maravilhosa é que o Espírito Santo foi derramado em casa de Cornélio. Portanto a força do verbo “comecei a falar” não pode ser levada muito longe no grego hebraizado.

Deste modo a expressão “E, quando comecei a falar, caiu sobre eles o Espírito Santo” significa apenas que Pedro não tinha terminado tudo o que queria dizer, quando o Espírito Santo tomou conta da vida dos ouvintes e concluiu a mensagem daquele dia. Assim fica a lição de que não é pelo muito falar que Deus vai agir, mas sim pela unção de quem prega e pela soberana vontade de Deus (Mt 6.7).

3. A EVIDÊNCIA COMPROBATÓRIA DA DESCIDA DO ESPÍRITO SANTO

“.... caiu sobre eles o Espírito Santo”.(At 11.15ª)

Qual foi a evidência ou sinal externo que Pedro e seus companheiros notaram nos gentios? O que foi que Pedro viu que o certificou como testemunha do Batismo com o Espírito Santo entre os gentios? Qual foi a evidência que convenceu a Pedro que Deus estava naquele negócio?

Vejamos a resposta nas palavras do próprio Pedro: “... desceu sobre eles o Espírito Santo, como também sobre nós no princípio” (At 11.15b) .

Pedro ressalta que a experiência dos gentios convertidos fora idêntica a experiência dos discípulos no Cenáculo em Jerusalém por ocasião do Pentecostes. Ele é categórico em afirmar que o Espírito Santo caiu como também sobre nós no princípio, isto é, “os crentes que eram de circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que também sobre os gentios se derramasse o dom do Espírito Santo; porque os ouviam falar línguas e magnificar a Deus” (At 10.45,46).

Diante deste fato, podemos constatar sem sombra de dúvida que a evidência inicial do Batismo com o Espírito Santo é o falar noutras línguas. Sem este sinal externo não se pode configurar Batismo com o Espírito Santo. Tal qual aconteceu no dia de Pentecostes no Cenáculo em Jerusalém, assim também aconteceu no Pentecostes em Cesaréia na casa de Cornélio.

Além de ter contemplado o sinal externo do Batismo com o Espírito Santo Pedro também vê na experiência dos gentios um dito de Jesus em Atos 1.5, quando relembrou seus discípulos de que embora João batizara com água, eles seriam batizados com o Espírito Santo: “Lembrei-me então da palavra do Senhor, como disse: João, na verdade, batizou com água; mas vós sereis batizados com o Espírito Santo” (At 11.16)

Duas coisas ficam evidenciadas nesta lembrança de Pedro. A primeira é de que o Batismo com o Espírito Santo já havia sido derramado sobre os gentios quando da pregação da palavra. E a segunda é de que: se já haviam recebido o Batismo com o Espírito Santo realizado por Jesus, como poderia Pedro negar o Batismo nas Águas que era realizado pelos homens? E foi exatamente este raciocínio que ficou registrado: “Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água para que não sejam batizados estes que também, como nós, receberam o Espírito Santo?” (At 10.47)

Deste modo podemos inferir que o falar línguas estranhas é a evidência externa do Batismo com o Espírito Santo e que o Batismo nas Águas trata do ato de confissão pública da fé que foi abraçada em Jesus Cristo.

4. CONCLUSÃO
Os argumentos apresentados por Pedro convenceram os contradizentes. A crítica foi silenciada e os ouvintes enalteceram a Deus: “Ouvindo eles estas coisas, apaziguaram-se e glorificaram a Deus, dizendo: Assim, pois, Deus concedeu também aos gentios o arrependimento para a vida.” (At 11.18).

As lições aqui evidenciadas são de que a salvação independe da circuncisão ou da guarda de leis judaicas. Também fica claro que a salvação é para todos, assim como o Batismo com o Espírito Santo: “Porque a promessa vos pertence a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a quantos o Senhor nosso Deus chamar.” (At 2.39).

Outro aspecto a ser destacado é que a ação sobrenatural do Espírito Santo, tanto nas visões de Cornélio e de Pedro, bem como no Pentecostes em Cesaréia, em momento algum entraram em contradição com as doutrinas contidas nas Escrituras Sagradas, ao contrário, apenas esclareceram as verdades que a igreja ainda não havia compreendido.

Pr. Dr. Douglas Roberto de A Baptista

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

ORDEM DOS CAPELÃES EVANGÉLICOS DO BRASIL


FLAGRANTE DA DIPLOMAÇÃO
Missª Dirlei, Pr. Dr. Douglas, Dep. Distrital Bispo Renato
Dep. Distrital Leonardo Prudente - Presidente da Câmara Distrital

Prezados irmãos no último dia 26 Set 09 (sábado) no Templo Sede da ADMDF -Assembléia de Deus de Missão do Distrito Federal, tive a alegria de tomar posse como presidente da Ordem dos Capelães Evangélicos do Brasil - OCEB. Agradeço ao bom Deus por ter me confiado tão nobre missão.

A expressão “Capelão” designa o encarregado de prestar assistência religiosa e espiritual dentro de instituições coletivas, pública ou privada, tais como: unidades militares, hospitais, presídios e escolas. Por sua vez o serviço prestado pelos capelães é denominado de “capelania”.
Fundamentada nesta conceituação e na legislação em vigor, a Ordem dos Capelães Evangélicos do Brasil, disponibiliza cursos de capelania que capacitam voluntários para levar solidariedade, empatia, amor, conforto e esperança aos necessitados. Assim, por meio dos cursos de capacitação e da prática da fé cristã os capelães da OCEB oferecem atendimento espiritual, emocional, social, recreativo e educacional, sem distinção de credo, raça, sexo ou classe social, em busca de consolo, cura e novas perspectivas na vida do paciente em hospitais, do interno em presídios e do estudante em sua instituição de ensino.

Nossa fundamentação bíblica encontra-se nas palavras do Senhor Jesus em Mateus 25.34-46 onde vemos assistência sendo prestada a certos grupos especiais; famintos e sedentos, estrangeiros, mendigos, enfermos, presos. Já em Lucas 10.25-36, temos a parábola do Bom Samaritano, referindo-se a um cuidado total, físico, emocional, psicológico e espiritual. E isso tudo dá idéia de capelania.


Ajude-nos a fazer esta obra, junte-se a nós.
Seja um Capelão Evangélico!



SELEÇÃO BRASILEIRA VIRA IGREJA

A Revista Placar do mês de setembro, traz um raio-X religioso da seleção brasileira, relacionando os jogadores que se denominam evangélicos ou católicos.
A matéria de capa traz o título pejorativo “Seleção vira igreja” e mostra que saíram de cena os pagodeiros e entraram em cena os evangélicos. Em lugar dos sambas entoados entre uma viagem e outra entraram os hinos e orações com a Bíblia na mão.

Segundo a revista, em 1994 quando Dunga viu aquilo na concentração, pela primeira vez, disse ao Parreira: -Ficou louco, vai deixar esses caras rezarem aqui dentro? Hoje a cantiga é outro, os evangélicos Lúcio e Kaká conseguiram o milagre da classificação para a Copa por antecipação.

Ainda, de acordo com a publicação, o grupo de religiosos, liderado por Kaká e Lúcio, só cresce. Para comandar as orações, um pastor de verdade foi convidado. Anselmo, da Primeira Igreja Batista de Curitiba, é o principal confidente de alguns dos atletas mais bem pagos do mundo.
A revista menciona que o fortalecimento religioso na Seleção acontece justamente no momento em que a Fifa abre fogo contra a manifestação religiosa em seus eventos, como aconteceu na Copa das Confederações.

As reuniões de oração têm atraído até pagodeiros e festeiros como o jogador Robinho. A publicação aborda também o tema dízimos – enfatizando os rendimentos de Kaká e a maneira como o mesmo tem ajudado a Igreja Renascer.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Crítica Textual Bíblica

A exegese distingue-se da crítica textual. A crítica textual procura determinar as “palavras” exatas do texto original. A hermenêutica, em contrário, procura descobrir o “sentido” dessas palavras. Isto é, a crítica textual pergunta: “O que está escrito?”, e a hermenêutica indaga: “O que o autor quer dizer?”

Quando estudamos hermenêutica, descobrimos algumas regras de interpretação da Bíblia que muito auxiliarão o estudante na exegese da mesma. A hermenêutica apresenta as regras e a exegese é a prática destas regras.

Abaixo apresento algumas boas obras que irão ajudá-lo muito=


ALMEIDA, Antônio. Manual de Hermenêutica Sagrada. Instituto Presbiteriano, 1985.
BERKHOF, L. Princípios de Interpretação Bíblica. Rio de Janeiro: JUERP, 1981.
CARSON, D. A. A exegese e suas falácias. São Paulo: Vida Nova, 1999.
CROATO, J. Severino – Hermenêutica Bíblica – EP, 1985
LUND, E. & NELSON P.C. Hermenêutica. São Paulo: Vida, 1981.
WEGNER, U. Exegese do N.T. Manual de Metodologia. São Leopoldo: Sinodal. 1998.