
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
sábado, 7 de novembro de 2009
PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (PDE).

1. Uma educação básica de qualidade. Essa é a prioridade do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Investir na educação básica significa investir na educação profissional e na educação superior porque elas estão ligadas, direta ou indiretamente. Significa também envolver todos — pais, alunos, professores e gestores, em iniciativas que busquem o sucesso e a permanência do aluno na escola.
domingo, 1 de novembro de 2009
CONVENÇÃO REGIONAL
1. Nos dias 23, 24, 25 Outubro 2009, no Templo Sede da Assembléia de Deus em Taguantiga Sul - DF, transcorreu uma abençoada e próspera Assembléia Geral da Convenção dos Ministros Evangélicos das Assembléias de Deus de Brasília e Goiás que é presidida pelo Pr. Orcival Pereira Xavier.
CONSELHO DE EDUCAÇÃO E CULTURA
2. Foi discutida também a realização de Simpósios Teológicos em todo o território nacional, com o primeiro já pré-agendado para o período de 19 a 21/03/2010, na cidade de Santos-SP, onde serão abordados os seguintes temas:
- Legislação do Ensino Teológico no Brasil;
- Princípios Teológicos da Reforma Protestante;
- Implicações Teológicas no Limiar do Centenário das Assembléias de Deus no Brasil;
- Pressupostos Hermenêuticos da Teologia Contemporânea.
3. O CEC voltará a se reunir nos dias 19 e 20/11, para a conclusão da reforma nas Diretrizes e Bases Normativas.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
TEOLOGIA PASTORAL

1. INTRODUÇÃO - http://pt.wikipedia.org/wiki/Teologia_pastoral
A Teologia pastoral é a parte da Teologia cristã que cuida da aplicação prática dos ensinamentos teológicos à ação pastoral da Igreja (quer ela seja católica ou protestante ou de outras confissões cristãs) e à vida quotidiana de cada crente, principalmente à formação dos fiéis (leigos ou clérigos) enquanto filhos de Deus e membros da Igreja, conduzindo-os no reto caminho da Palavra de Deus e da salvação, através dos ensinamentos emanados pela Igreja.
2. OS OFICIAIS DA IGREJA - Eliezer Lira e Caramuru Afonso Francisco (Lição EBD - 4o trimestre de 2001)
Jesus, ao subir aos céus, deixou a Igreja aos cuidados de Seus apóstolos (enviados), que se dedicaram ao ministério da palavra e da oração - Jo.20:21-23; At.2:42,43; 4:33,34; 6:2,4.
Com o crescimento da igreja, os apóstolos começaram a estabelecer oficiais na igreja, com o propósito de atender às necessidades espirituais (presbíteros, anciãos, bispos) e materiais (diáconos) em meio ao povo de Deus - At. 6:1-4; 14:23; 15:6,22; 16:4; 20:17,28; Tt.1:5.
As palavras "bispo" ("episkopos"- supervisor, superintendente), "presbítero" ("presbyteros" - mais idoso), "ancião" e "pastor", no Novo Testamento, são sinônimos, porquanto não havia, ainda, qualquer noção de hierarquia, salvo a distinção diferenciada que os apóstolos gozavam por terem sido testemunhas oculares do ministério de Jesus (cfe. At.1:22,23) . Daí porque ter havido certa resistência ao apostolado de Paulo (cfe. Gl.1).
OBS: "No Novo Testamento não há qualquer traço de governo realizado por um único bispo.(...) Entre os Pais Apostólicos, Inácio é o único que insiste sobre um episcopado monárquico, mas mesmo ele nunca afirma que isso fosse de divina instituição - um argumento que teria sido decisivo se houvesse em disponibilidade para ele usar. Jerônimo, comentando sobre Tt.1:5, observa que a supremacia de um único bispo surgiu mais por costume do que pela ordenação real do Senhor, como meio de impedir cismas na Igreja...." (Novo Dicionário da Bíblia, edição em um único volume, verbete "Bispo", p.220).
Pedro se dirige aos obreiros em geral, portanto, colocando-se como um deles, de forma que também aqui não se verifica uma suposta primazia de Pedro sobre a igreja, que é a fonte da doutrina do papado defendida pela Igreja Romana, que se considera, erroneamente, a legítima sucessora da igreja apostólica (Cfe. Código de Direito Canônico da Igreja Católica):
"can. 204, § 2º. Essa Igreja, constituída e organizada neste mundo como sociedade, subsiste na Igreja católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele." ou "... Para estabelecer a Sua santa Igreja em todo mundo até a consumação dos séculos, Cristo outorgou ao Colégio dos Doze o ofício de ensinar, reger e santificar. Dentre eles, escolheu a Pedro, sobre quem, após a profissão de fé, decidiu edificar a Sua Igreja... Jesus Cristo quer que seu povo cresça sobre a ação do Espírito Santo(...) mediante um governo amoroso, realizado pelos Apóstolos e seus sucessores - os Bispos - e o sucessor de Pedro como chefe...."- Decreto Unitatis Redintegratio, nº 2).
A admoestação de Pedro também nos mostra que a igreja sempre teve uma liderança, ou seja, a igreja apostólica é uma igreja em que alguns são chamados pelo Senhor para presidir, para supervisionar. É dom de Deus para a Sua igreja - Rm. 12:8; I Tm.4:14; Tt. 1:5 (o caráter antibíblico dos ensinos do G-12 que procuram solapar a idéia de uma liderança na igreja)
OBS: Desde a época da lei, o Senhor tem demonstrado a necessidade de o Seu povo ser conduzido por líderes, ainda que esta liderança não mais se interponha como mediadora entre Deus e os homens, como acontecia com o sacerdócio levítico. Aliás, este texto judaico a seguir demonstra que, mesmo entre os judeus, este conceito não mais estava prevalecendo ao tempo de Jesus. Senão vejamos:
"...Uma das mudanças religiosas mais profundas efetuadas pela sinagoga quase imediatamente após o seu estabelecimento há vinte e cinco séculos atrás foi levar direta e facilmente o indivíduo a comunhão com Deus. Enquanto antes ele tinha podido cultuar a Deidade somente através da mediação dos sacerdotes e por meio de sacrifícios de animais que pudesse trazer ao altar do Templo, agora, na Casa de Orações, o fiel podia comungar com seu Deus simples e livremente, sem os impedimentos de ritos crassamente materialísticos(...) É compreensível que, sob o impacto poderoso dessa 'libertação' do primitivismo religioso, a casta sacerdotal tenha começado a sofrer um declínio na religião judaica, sendo suplantada antes da destruição do Segundo Templo, por uma grande classe de mestres rabínicos..." (Enciclopédia Judaica, v.6, p.803).
E quem eram estes rabinos, estes anciãos que lideravam as sinagogas (de onde viria a expressão "ancião" ou "presbítero" na igreja primitiva?) Responde o mesmo texto judaico que utilizamos:
"...o rabino era simplesmente um líder religioso tido como espiritualmente e intelectualmente privilegiado: um mestre dedicado e um guia de Torah para seus irmãos judeus(...) o rabino, ao contrário do sacerdote católico, não era, na maior parte do tempo, um agente mediador entre os desejos do homem e os favores de Deus.." (ibidem, p.701-2).
Portanto, nenhum mau exercício de liderança, nenhum método de evangelização, muito menos desvios doutrinários podem anular a verdade bíblica de que, na Sua Igreja, o Senhor constituiu líderes, e de que há um governo do povo de Deus, como se vê em Rm. 12:8, I Tm.5:17, I Co.12:28, entre outros textos.
terça-feira, 6 de outubro de 2009
OS ATRIBUTOS DIVINOS DE CRISTO NO NOVO TESTAMENTO
1 – Cristo é Deus (Jo 1.1,14) - “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade; e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai.”2 – Cristo é Onipotente (Ap 1.8) – “Eu sou o Alfa e o Ômega, diz o Senhor Deus, aquele que é, e que era, e que há de vir, o Todo-Poderoso”.
3 – Cristo é Eterno (Jo 8.58) – “Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou”.
4 – Cristo é Criador (Jo 1.3) – “Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez”.
5 – Cristo é Deus Conosco (Mt 1.23) – “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, o qual será chamado EMANUEL, que traduzido é: Deus conosco”.
6 – Cristo é Onipresente (Mt 18.20) – “Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”.
7 – Cristo perdoa pecados (Mt 9.2) – “E eis que lhe trouxeram um paralítico deitado num leito. Jesus, pois, vendo-lhes a fé, disse ao paralítico: Tem ânimo, filho; perdoados são os teus pecados”.
8 – Cristo exerce autoridade sobre a Natureza (Mc 4.41) – “Encheram-se de grande temor, e diziam uns aos outros: Quem, porventura, é este, que até o vento e o mar lhe obedecem?”
9 – Cristo é Onisciente (Lc 6.8) – “Mas ele, conhecendo-lhes os pensamentos, disse ao homem que tinha a mão atrofiada: Levanta-te, e fica em pé aqui no maio. E ele, levantando-se, ficou em pé”.
domingo, 4 de outubro de 2009
A UNIVERSALIDADE DO BATISMO COM O ESPÍRITO SANTO
TEXTO BASE: Atos 11.15a“E, quando comecei a falar, caiu sobre eles o Espírito Santo”
O versículo citado acima é parte do discurso de defesa de Pedro diante da liderança da igreja primitiva em Jerusalém. A defesa era em relação aos fatos acontecidos e narrados no capítulo de número dez do livro de Atos.
Neste período, o cristianismo estava dando seus primeiros passos. Os primeiros cristãos eram essencialmente judeus e a cultura judaica ainda estava fortemente arraigada nos costumes e nas ações da igreja incipiente.
Qualquer contato com gentios tornava o judeu cerimonialmente impuro, e, por causa desta interpretação, a igreja primitiva não se misturava com os gentios e nem tampouco lhes anunciava o evangelho.
Para que a igreja abandonasse estes costumes e ações judaicas, Deus vai intervir de forma sobrenatural na administração eclesiástica e no trabalho de evangelização.
Para esta atividade de mudança radical na visão da igreja, Deus escolhe a Pedro. E para ser a primeira família beneficiada com a boa nova ao alcance de todos, Deus escolhe um centurião da coorte italiana de nome Cornélio.
Tudo começou quando Cornélio teve uma visão angelical por volta das 3 horas da tarde (At 10.3). Nesta visão Deus lhe dá revelações claras e precisas: 1) Deus diz o nome da cidade para onde Cornélio devia enviar mensageiros; 2) Deus diz o nome da pessoa a ser procurada; 3) Deus diz o nome do dono da casa onde está a pessoa que deve ser procurada; 4) Deus diz a profissão do dono da casa; e 5) Deus diz o ponto de referência para a localização da casa. Vejamos o texto: “Envia homens a Jope e manda chamar a Simão, que tem por sobrenome Pedro; este se acha hospedado com um certo Simão, curtidor, cuja casa fica à beira-mar. Ele te dirá o que deves fazer.”(At 10.5-6).
Como a ação é do Espírito Santo, então não pode haver nenhum tipo de dúvida ou de confusão (1 Co 14.33). Assim, para confirmar a visão de Cornélio, Deus concede uma visão para Pedro que é concluída com a seguinte frase: “Eis que dois homens te procuram. Levanta-te, pois, desce e vai com eles, nada duvidando; porque eu tos enviei”(At 10.19-20).
No entanto a atitude de Pedro sofreu duras críticas por parte da igreja-mãe em Jerusalém. Pedro tinha violado a lei e os costumes judaicos. Pedro visitou a casa de gentios e fez ainda pior, admitiu estes gentios como membros da igreja e isto até sem mesmo tê-los transformados em prosélitos por meio da exigência da circuncisão. Pedro simplesmente passou por cima de toda a cultura religiosa dos judeus e recebeu os gentios como irmãos pelo maravilhoso fato de que Deus os tinha batizado com o Espírito Santo. Por isso Pedro também mandou batizá-los nas águas (At 10.47.48).
Diante destes fatos, Pedro começa a enumerar os motivos de sua atitude para uma assembléia ansiosa por receber explicações. Estes motivos segundo Pedro enumera são respectivamente a visão celestial e as características que culminaram no derramamento do Espírito Santo em casa de Cornélio. Pedro alega que a pregação do evangelho fez cair sobre os gentios o mesmo dom que Deus havia dado aos discípulos no dia de Pentecostes.
2. A PREGAÇÃO DO EVANGELHO COMO CONDIÇÃO PARA O PENTECOSTES
“E, quando comecei a falar...” (Atos 11.15ª)
Pedro após ter contado os pormenores de sua visão celestial que vai desde o versículo 4 até o versículo 14 do capítulo onze em questão, resume o momento da descida com o Espírito Santo com uma única frase no versículo 15: “E, quando comecei a falar, caiu sobre eles o Espírito Santo”.
O problema deste resumo é que passa a falsa idéia de que Pedro mal teria iniciado a pregação e imediatamente o Pentecostes acontecera na vida dos ouvintes. No entanto no capítulo dez onde os fatos estão narrados detalhadamente percebemos que Pedro já tinha pregado uma boa parte de seu sermão que ficou registrado nos versículos 34 ao 43. E o sermão que Pedro utilizou é riquíssimo e cheio de mensagens evangelizadoras:
01) Ele afirma que Deus não faz acepção de pessoas (v. 34);
02) Ele afirma a universalização do amor de Deus e da salvação (v. 35);
03) Ele afirma que a salvação vem dos Judeus, por meio de Jesus Cristo (v. 36);
04) Ele afirma que a palavra da salvação já era de conhecimento da Judéia e da Galiléia (v. 37);
05) Ele apresenta a Jesus Cristo como o ungido de Deus (v. 38);
06) Ele afirma ser testemunha de Jesus e de sua morte no madeiro(v. 39);
07) Ele afirma que Jesus ressuscitou ao terceiro dia (v. 40);
08) Ele afirma que é testemunha dessa ressurreição juntamente com outros discípulos (v. 41);
09) Ele afirma a ordenança que Jesus deixou para a pregação do evangelho (v. 42);
10) Ele afirma que todo o que crê receberá a remissão dos pecados pelo nome de Jesus (v. 43)
Podemos notar que a mensagem de Pedro é muito profunda. Esta é a mensagem principal do Evangelho. Deus quer salvar a todos, por isso enviou Jesus que ao vencer a morte ressuscitando dos mortos pode perdoar pecados a todo aquele que crê. Como resultado desta mensagem maravilhosa é que o Espírito Santo foi derramado em casa de Cornélio. Portanto a força do verbo “comecei a falar” não pode ser levada muito longe no grego hebraizado.
Deste modo a expressão “E, quando comecei a falar, caiu sobre eles o Espírito Santo” significa apenas que Pedro não tinha terminado tudo o que queria dizer, quando o Espírito Santo tomou conta da vida dos ouvintes e concluiu a mensagem daquele dia. Assim fica a lição de que não é pelo muito falar que Deus vai agir, mas sim pela unção de quem prega e pela soberana vontade de Deus (Mt 6.7).
3. A EVIDÊNCIA COMPROBATÓRIA DA DESCIDA DO ESPÍRITO SANTO
“.... caiu sobre eles o Espírito Santo”.(At 11.15ª)
Qual foi a evidência ou sinal externo que Pedro e seus companheiros notaram nos gentios? O que foi que Pedro viu que o certificou como testemunha do Batismo com o Espírito Santo entre os gentios? Qual foi a evidência que convenceu a Pedro que Deus estava naquele negócio?
Vejamos a resposta nas palavras do próprio Pedro: “... desceu sobre eles o Espírito Santo, como também sobre nós no princípio” (At 11.15b) .
Pedro ressalta que a experiência dos gentios convertidos fora idêntica a experiência dos discípulos no Cenáculo em Jerusalém por ocasião do Pentecostes. Ele é categórico em afirmar que o Espírito Santo caiu como também sobre nós no princípio, isto é, “os crentes que eram de circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se de que também sobre os gentios se derramasse o dom do Espírito Santo; porque os ouviam falar línguas e magnificar a Deus” (At 10.45,46).
Diante deste fato, podemos constatar sem sombra de dúvida que a evidência inicial do Batismo com o Espírito Santo é o falar noutras línguas. Sem este sinal externo não se pode configurar Batismo com o Espírito Santo. Tal qual aconteceu no dia de Pentecostes no Cenáculo em Jerusalém, assim também aconteceu no Pentecostes em Cesaréia na casa de Cornélio.
Além de ter contemplado o sinal externo do Batismo com o Espírito Santo Pedro também vê na experiência dos gentios um dito de Jesus em Atos 1.5, quando relembrou seus discípulos de que embora João batizara com água, eles seriam batizados com o Espírito Santo: “Lembrei-me então da palavra do Senhor, como disse: João, na verdade, batizou com água; mas vós sereis batizados com o Espírito Santo” (At 11.16)
Duas coisas ficam evidenciadas nesta lembrança de Pedro. A primeira é de que o Batismo com o Espírito Santo já havia sido derramado sobre os gentios quando da pregação da palavra. E a segunda é de que: se já haviam recebido o Batismo com o Espírito Santo realizado por Jesus, como poderia Pedro negar o Batismo nas Águas que era realizado pelos homens? E foi exatamente este raciocínio que ficou registrado: “Respondeu então Pedro: Pode alguém porventura recusar a água para que não sejam batizados estes que também, como nós, receberam o Espírito Santo?” (At 10.47)
Deste modo podemos inferir que o falar línguas estranhas é a evidência externa do Batismo com o Espírito Santo e que o Batismo nas Águas trata do ato de confissão pública da fé que foi abraçada em Jesus Cristo.
4. CONCLUSÃO
Os argumentos apresentados por Pedro convenceram os contradizentes. A crítica foi silenciada e os ouvintes enalteceram a Deus: “Ouvindo eles estas coisas, apaziguaram-se e glorificaram a Deus, dizendo: Assim, pois, Deus concedeu também aos gentios o arrependimento para a vida.” (At 11.18).
As lições aqui evidenciadas são de que a salvação independe da circuncisão ou da guarda de leis judaicas. Também fica claro que a salvação é para todos, assim como o Batismo com o Espírito Santo: “Porque a promessa vos pertence a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a quantos o Senhor nosso Deus chamar.” (At 2.39).
Outro aspecto a ser destacado é que a ação sobrenatural do Espírito Santo, tanto nas visões de Cornélio e de Pedro, bem como no Pentecostes em Cesaréia, em momento algum entraram em contradição com as doutrinas contidas nas Escrituras Sagradas, ao contrário, apenas esclareceram as verdades que a igreja ainda não havia compreendido.
Pr. Dr. Douglas Roberto de A Baptista
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
ORDEM DOS CAPELÃES EVANGÉLICOS DO BRASIL
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SELEÇÃO BRASILEIRA VIRA IGREJA
A matéria de capa traz o título pejorativo “Seleção vira igreja” e mostra que saíram de cena os pagodeiros e entraram em cena os evangélicos. Em lugar dos sambas entoados entre uma viagem e outra entraram os hinos e orações com a Bíblia na mão.
Segundo a revista, em 1994 quando Dunga viu aquilo na concentração, pela primeira vez, disse ao Parreira: -Ficou louco, vai deixar esses caras rezarem aqui dentro? Hoje a cantiga é outro, os evangélicos Lúcio e Kaká conseguiram o milagre da classificação para a Copa por antecipação.
Ainda, de acordo com a publicação, o grupo de religiosos, liderado por Kaká e Lúcio, só cresce. Para comandar as orações, um pastor de verdade foi convidado. Anselmo, da Primeira Igreja Batista de Curitiba, é o principal confidente de alguns dos atletas mais bem pagos do mundo.
As reuniões de oração têm atraído até pagodeiros e festeiros como o jogador Robinho. A publicação aborda também o tema dízimos – enfatizando os rendimentos de Kaká e a maneira como o mesmo tem ajudado a Igreja Renascer.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Crítica Textual Bíblica
A exegese distingue-se da crítica textual. A crítica textual procura determinar as “palavras” exatas do texto original. A hermenêutica, em contrário, procura descobrir o “sentido” dessas palavras. Isto é, a crítica textual pergunta: “O que está escrito?”, e a hermenêutica indaga: “O que o autor quer dizer?” Quando estudamos hermenêutica, descobrimos algumas regras de interpretação da Bíblia que muito auxiliarão o estudante na exegese da mesma. A hermenêutica apresenta as regras e a exegese é a prática destas regras.
BERKHOF, L. Princípios de Interpretação Bíblica. Rio de Janeiro: JUERP, 1981.
CARSON, D. A. A exegese e suas falácias. São Paulo: Vida Nova, 1999.
CROATO, J. Severino – Hermenêutica Bíblica – EP, 1985
LUND, E. & NELSON P.C. Hermenêutica. São Paulo: Vida, 1981.
WEGNER, U. Exegese do N.T. Manual de Metodologia. São Leopoldo: Sinodal. 1998.
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
IGREJA DE LUTO - PR. LEONARDO NA GLÓRIA
4. Diante desta trágica notícia, apresentamos em nome da igreja e da minha família, nossas condolências a família enlutada por tão grande perda.
Nos dias atuais, muitos são os que buscam só recompensas terrenais, trabalham por valores perecíveis, por vanglória, em busca de reconhecimento humano. Porém, não são assim os servos bons e fiéis que servem a Jesus por amor e por gratidão, cuja maior alegria é a expansão do Reino de Deus, este Reino que não é comida e nem bebida, mas sim espiritual, gozo, paz e alegria.
Aos servos bons e fiéis há uma promessa: TODO AQUELE QUE TIVER DEIXADO, CASAS - bens materiais; IRMÃO ou IRMÃS - parentela segundo a carne; PAI ou MÃE - que ficaram orando e chorando pelo filho chamado, que com coragem rompe o dia a dia familiar obedecendo a Voz do Espírito Santo que lhe inquietava todas as horas, aborrece a mulher e até filhos, que as vezes não compreendem, a honra do esposo ou do pai que está fazendo o trabalho que os anjos queriam fazer, e que muitos querem e não podem. Outros deixam TERRAS – o lugar onde nasceram e têm herança. Riquezas materiais não lhe atraem mais, a chama que arde em seus corações se sobrepõe a todos estes valores. São heróis anônimos da fé que vão em busca das almas.
É para vocês a promessa, que talvez, por amor sincero e extrema gratidão, teem até vergonha de meditar. Meus irmãos obreiros, vocês receberão CEM VEZES MAIS aqui na terra, mas pense no que diz o seguinte: e por fim a VIDA ETERNA! Quanta riqueza material, riqueza que nossa descendência, filhos, netos, etc... colhem à sombra de um homem fiel. Mas será que podes imaginar o valor do que nos será recompensado na outra vida? A vida eterna! Pense irmão, mesmo que aqui não recebêssemos nada, só a vida eterna seria suficiente com suas imedíveis riquezas e surpresas que a nossa mente humana não alcança.
Prossiga irmão, o justo juiz tudo vê. Amém! (Pr. João Leonardo dos Santos Lourenço)
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
PROBLEMAS DE DICÇÃO

Dicção é a forma correta de se emitirem os fonemas e faz parte da Lingüística. Em outras palavras, é como se você fosse alfabetizado utilizando corretamente os órgãos fonadores, como a língua, os lábios, as bochechas, os alvéolos, o palato, as mandíbulas e até os dentes. Por exemplo : se você vai pronunciar um fonema linguodental, como /l/ , /t/, /d/ ou /n/, você tem que elevar a língua até atrás dos dentes incisivos superiores, encostando a língua no céu-da-boca para emitir corretamente esses fonemas.
2. Problemas de Dicção
O melhor exercício para se corrigir problemas de dicção é o sistema de FEEDBACK, em que você coloca um "fone" nos ouvidos e fala ao microfone ouvindo a sua dicção da forma exata que está sendo emitida, e com isso você vai começar a se autocorrigir. Os erros mais comuns de dicção são:
a) Troca de letras: Por exemplo, a troca do /l/ pelo /r/, dizendo PRANTA em lugar de PLANTA. "PROBREMA” em lugar de “PROBLEMA” e outros.
b) Inversão ou a omissão de fonemas: Por exemplo, o /R/ brando, que é pronunciado através da vibração da ponta da língua atrás dos dentes incisivos superiores, é omitido em muitos casos ou ainda se pronuncia guturalmente, e a pessoa fala como se fosse um francês ou um alemão falando português (Assim, BRASIL poderia soar como BASIL ou BRRASIL).
c) A eliminação do plural: "Nós vamo"..."Os carro"... etc ...;
d) A omissão de vogais: “mas” ao invés de “mais”, “dos” ao invés de “dois”, etc ...;
e) O acréscimo de vogais: "Nóis" ao invés de "Nós", "Luiz" ao invés de "Luz", "Jesuis" ao invés de "Jesus", etc ....
Todos os exemplos acima mencionados são erros de pronúncia imperdoáveis para quem deseja ser um bom orador. Algumas dificuldades precisarão ser corrigidas por meio de tratamento especializado. Outras, porém, necessitam apenas de treino e atenção, pois, na maioria das vezes, são produtos daquilo que denominanos "vício de linguagem".
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
O QUE É TEOLOGIA BÍBLICA?
Aos olhos de muitos parece óbvio que toda a TEOLOGIA tem que ser BÍBLICA. Mas isto não é fato. Na estrutura dos estudos acadêmicos encontramos diferentes formas de se “fazer” teologia. Além da Teologia Bíblica encontramos a Teologia Dogmática, Teologia Histórica, isto sem contar com a infinidade de teologias contemporâneas que apareceram no século passado como as teologias das minorias (Negra, Feminista, da Libertação, etc).Ainda que sejam chamadas de TEOLOGIA, que significa etimologicamente “Estudo de Deus”, grande parte desses estudos não toma as Escrituras como fonte de estudo. Assim, é fundamental entendermos com clareza o terreno em que estamos pisando para não cairmos em “buracos” ao longo do caminho.
A maioria das teologias mencionadas acima difere uma das outras em dois aspectos de sua essência: pressupostos e métodos. Em alguns casos os pressupostos são puramente filosóficos e terminam até mesmo por desprezar completamente a Bíblia afirmando que para se fazer “boa teologia” devemos nos livrar dela e do que ela nos ensina. Em outros casos a Bíblia serve apenas como um acessório, mas não como a fonte de conhecimento teológico.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
INFEDELIDADE CONJUGAL

"Tornar-se uma só carne" envolve sexo, mas vai além do aspecto físico, porém quando este propósito é negligenciado, desastrosas conseqüências invadem o casamento.
O casamento bíblico é eterno, até que a morte separe os cônjuges. Porém, no mundo ocidental o matrimônio tem sido uma instituição instável. Nos Estados Unidos, a duração média de uma união matrimonial é de apenas 9,4 anos. Uma das causas desta instabilidade é a Infidelidade Conjugal.
A Infidelidade Conjugal produz sentimentos de rejeição, ira, ciúme, desprezo e desejo de vingança e provoca em muitos casos o divórcio e proporciona a razão bíblica para se desfazer a união conjugal.
Abaixo, listamos algumas causas que levam o cônjuge no caminho da infidelidade. É desnecessário afirmar que nenhuma destas causas pode justificar este ato imoral:
- Homens que pensam ser "Don Juan" e acham que são grandes amantes;
- Homens que consideram o sexo algo puramente biológico;
- Mulheres que consideram o sexo algo sujo que tem que ser suportado;
- Mulheres que se sentem desprezadas e rejeitadas pelo seu marido;
- Homens que precisam de auto-afirmação de sua virilidade;
- Homens que precisam satisfazer seu "ego" e contar vantagens aos colegas;
- Mulheres que querem devolver na "mesma moeda" a infidelidade do marido;
- Mulheres que possuem carência afetiva ou baixa auto-estima;
- Homens e Mulheres que possuem fantasias descontroladas;
- Homens e Mulheres em busca de intimidade e proximidade;
- Homens e Mulheres em rebeldia ou com influência demoníaca;
No caso de infidelidade conjugal, normalmente, o cônjuge ofensor faz de tudo para manter o caso em segredo. Quando praticado pelo marido, ele poderá ficar inventando desculpas esfarrapadas e diversos tipos de reuniões e atividades para poder acobertar seus encontros amorosos. Quando o ato é praticado pela mulher, sua atitude produz sentimentos de culpa e de ansiedade; às vezes ela chora, sofre insônia, dores gástricas, erupções na pele e ainda frigidez.
Em regra geral, ao tomar conhecimento da situação, os líderes da igreja conseguem pouco ou nada usando sermões ou repreendendo asperamente o cônjuge infiel. Deve-se procurar efetuar uma reconciliação baseada no perdão por parte do ofendido.
Os líderes da igreja devem orientar o ofendido para não guardar ódio, ressentimento e amargura. Richard Nixon disse uma certa vez uma frase que ficou célebre: "Os que nos odeiam não vencem, a menos que os odiemos também - e é isso que nos destrói". Não importa o quanto uma pessoa tenha sido ferida, ela não ganha nada se vingando.
Deve-se também orientar o casal para não cair em armadilhas emocionais. Essas armadilhas incluem generalizações radicais e injustificadas sobre si mesmo ou outras pessoas, como por exemplo - decidir que agora a vida será infeliz; que quem erra uma vez vai errar novamente; ficar julgando e lançando a culpa em rosto e ficar sempre na defensiva esperando o pior.
Em caso de infidelidade deve-se também, orientar o ofensor que finalize de uma vez para sempre suas aventuras imorais e que sobretudo reconcilie-se com Deus.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
REFLEXÃO PARA O DIA DO AMIGO
sexta-feira, 10 de julho de 2009
REUNIÃO CONSELHO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DA CGADB
Na oportunidade foram analisados vários processos que estavam pendentes na secretaria do CEC. Foi expedido correspondências para todas as instituições credenciadas para que as mesmas tomem conhecimento dos projetos que o CEC empreenderá nesse quadriênio.
Entre as metas estabelecidas destaca-se a reformulação das Diretrizes e Bases Normativas do Conselho, alteração do Regimento Interno, recadastramento das Instituições credenciadas, Implantação de um Banco de dados “on-line” e a realização de Simpósios/Jornadas Teológicas em todo o País
A Diretoria do CEC foi recebida pelo Pastor Marcos Tuller, Diretor da Faculdade Evangélica de Ciências e Tecnologia das Assembléias de Deus - FAECAD, ocasião onde foi discutido a necessidade de harmonização das grades curriculares dos cursos teológicos e a possibilidade de parceria entre o Conselho de Educação e Cultura e a Faculdade da Convenção Geral das Assembléias de Deus.
A Diretoria também esteve reunida com o Diretor Executivo da CPAD, Dr. Ronaldo Rodrigues Souza, oportunidade onde o Conselho apresentou seus projetos e metas e solicitou apoio da Casa Publicadora na divulgação das atividades que serão desenvolvidas.
terça-feira, 7 de julho de 2009
SEMINÁRIO DE CAPACITAÇÃO DE OBREIROS

Na ocasião participei como preletor no II SEMINÁRIO DE CAPACITAÇÃO DE OBREIROS promovido pela Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Bento Gonçalves.
Os temas abordados foram os seguintes: A REFORMA PROTESTANTE, O ADVENTO DO PENTECOSTALISMO, A HERMENÊUTICA E A EXEGESE BÍBLICA, O MINISTÉRIO E A ÉTICA MINISTERIAL.
Além dos temas acima, ainda foi ministrado CRISTOLOGIA pelo Professor Jonas Roberto Santin (Diretor do Seminário) e DIREITO ECLESIÁSTICO pelo acadêmico Marcos Dinarti.
Foram momentos de grande reflexão e profundo aprendizado para a Honra e Glória do Senhor Jesus Cristo.
Na oportunidade, tive a grata alegria de conhecer o Pastor presidente da Igreja: Pr. Domingos Floreni Lamberty, sua esposa e parte de sua digníssima família.
Na ocasião, foi nos possível rever o Cel Paulino, Comandante do 60 B Com, e também sua estimada família.
Nesta postagem do blog, deixamos os nossos sinceros agradecimentos à querida Igreja, pelo carinho, amor e consideração que nos prestaram nesta aconchegante e próspera cidade.
Agradecimento especial ao nosso bom Deus;
Ao Cel Paulino e família;
Ao Prof. Jonas e família;
Ao Pr. Floreni e família.
Quem desejar conhecer melhor a Igreja em Bento pode acessar o site: www.ieadbento.com.br
Saudades!
quarta-feira, 24 de junho de 2009
MANDAMENTO COM PROMESSA
(EFÉSIOS 6.1-4)1 Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo.
2 Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa;
3 Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.
4 E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.
ASSEMBLÉIA NA CARPINTARIA

12 Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também.
13 Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito.
14 Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos.
Era uma vez... Uma carpintaria onde aconteceu uma estranha assembléia. Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
Um martelo presidiu a reunião, mas os participantes avisaram-no que teria de renunciar, pois fazia muito barulho e golpeava muito. O martelo aceitou sua culpa porém exigiu que fosse expulso o parafuso, alegando que ele dava muitas voltas para conseguir algo.
Diante do ataque o parafuso concordou desde que expulsassem a lixa por ser muito áspera no tratamento com os demais, atritando sempre.
No auge da discussão entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou seu trabalho.
Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso convertendo uma rústica madeira em um fino móvel. Quando a carpintaria ficou novamente em silêncio com a saída do carpinteiro a assembléia reiniciou. Foi então que o serrote, que até então se mantivera calado, falou:
- Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha somente com as nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Vamos deixar nossos pontos fracos e concentramo-nos em nossos pontos fortes.
A assembléia entendeu então que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar a aspereza e o metro era preciso e exato. Sentiram-se como uma verdadeira equipe capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram então uma grande alegria em trabalhar juntos.
O mesmo ocorre com os seres humanos. Quando se busca defeitos no outro, a situação fica tensa e negativa. Ao contrário, quando se busca sinceramente, os pontos fortes, as qualidades dos outros, florescem as melhores conquistas humanas.
Todos nós somos como as ferramentas da carpintaria. Cada um com os seus próprios defeitos e as suas qualidades. O grande carpinteiro é o Senhor Jesus Cristo. Deixemos, portanto, que o carpinteiro nos use para transformar os pecadores em verdadeiros cidadãos dos céus!
É fácil encontrar defeitos nos outros, qualquer um pode fazê-lo.
Mas... encontrar qualidades... isto é somente para os sábios!
CORRIDA DE SAPINHOS

